Aldeia Rural preservada de Quintandona, Lagares, Penafiel
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Contactos – comoDEantes : 964346610
Director Artístico - Pedro Soares: 965261711

Preâmbulo
O casamento da filha da rainha é um espectáculo de Commedia Dell’ Arte *, de rua e que conta a história do casamento de uma Princesa forjado por concurso.
A rainha pensando que a filha é muito feia e deselegante, por causa da sua altura, resolve criar um enigma e quem o adivinhar terá a mão da Princesa, não sabendo, no entanto, a Rainha que a filha já tem um secreto apaixonado. Este acaba por desafiar todos os pretendentes para um duelo clamando a mão da Princesa.
Esta peça segue a trama tradicional das peças de Commedia Dell’Arte, ou seja, os inammorati (A Princesa e seu amado Afonso) estão apaixonados e querem-se casar, mas um ou mais vecchi estão a impedi-los de se casar.
Porém, eles conseguem que os três Zanni (criados) os ajude e, tipicamente, termina tudo bem com o casamento dos enammorati.
*A Commedia Dell'Arte (em português literalmente "comédia da arte"), a famosa comédia improvisada, era uma forma popular de teatro improvisado que começou no séc. XVI e que se manteve popular durante o séc. XVIII.
Grupos viajantes de actores montavam um palco ao ar livre e proviam o divertimento através de malabarismo, acrobacias, e mais tipicamente, peças de humor improvisadas, baseadas num repertório de personagens pré-estabelecido, e um roteiro descritivo das cenas. As apresentações eram improvisadas em cima de um conjunto de situações convencionais: adultério, ciúme, velhice, amor . O diálogo e a acção poderiam facilmente ser actualizados e ajustados para satirizar escândalos locais, eventos actuais, ou manias regionais, misturados com piadas e bordões. Os personagens eram identificados pelo figurino, máscaras, e até objectos cénicos. (in wikipédia, com alterações)
Necessidades técnicas
Sinopse técnica:
Temos duas tendas com um diâmetro de 2,5m. O espectáculo decorre num corredor entre as duas tendas. Pessoas do público são convidadas a colaborar com os actores a certa altura do espectáculo.
O final acaba com um torneio de cavalos de pau de vassoura.
Indicações diversas
Duração : 50 min
Actores : 10
Técnicos de montagem de cena: 5
Director Artístico: 1
Rua: Espaço aberto, com um mínimo de 15m, de frente de palco.
A configuração do espaço, é recomendável que tenha a forma de anfiteatro (colina). De preferência um espaço, onde o público possa estar a uma altura superior ou inferior aos actores. Pode ser na rua ou jardins.
A iluminação deve ser boa, se for necessário reforço de iluminação contactar a companhia.
É recomendável que seja um espaço afastado do ruído público.
Palco: Um espaço aberto (salão ou palco) com um mínimo de 7m de comprimento.
A iluminação pode ser a do espaço desde que não seja luz branca fosforescente. De preferência um espaço, onde o público possa estar a uma altura superior ou inferior aos actores.
O espectáculo “vive” melhor num espaço aberto. Contudo, no Inverno, devido ao frio e à chuva, é necessário que seja um espaço fechado.
Camarins: Dois camarins reservados e de acesso só à companhia, com pelo menos um espelho. É necessário também um WC.
Diversos: Água mineral em cena
Cenários (cenografia): Temos necessidade de montar duas tendas, uma em cada ponta do espaço de cena
Notas: Caso seja necessário equipamento de luz, agradecíamos que nos comunicassem.
Ficha Artística (por entrada em cena)
Encenação e texto – Pedro António Soares
Personagens
Arauto – Gualter Barros
Escudeiro – Gualter Leão
Farinata – Elsa Ribeiro
Princesa Carlota – Joana Leão
Columbina – Virgínia Carvalho
Arlechina – Inês Pereira
Rei – Pedro Coelho
Capitão – Gualter Leão
Arlechino – Gualter Barros
Equipa Técnica – Luís Vale, Patrícia Leão, Inês Lobo, Hugo Moreira, Ângela Silva, Ricardo Silva


